Acesso interno

Um gesto que
continua
salvando vidas.

A doação de corpos para a ciência contribui para a formação de profissionais da saúde, pesquisas e avanços que beneficiam toda a sociedade.

Aqui a morte se alegra
em socorrer a vida.

Um legado que transforma o futuro

Cada doação representa uma oportunidade de aprendizado, pesquisa e formação de novos profissionais da saúde.

Ensino

Contribuição para a formação prática de estudantes.

Pesquisa

Avanço do conhecimento científico.

Extensão

Aperfeiçoamento de profissionais da saúde.

Legado

Um gesto de solidariedade que continua ajudando outras pessoas.
SOBRE O PROGRAMA

Um programa pioneiro no Brasil

O Vida Após a Vida foi criado em 1999 na Faculdade de Medicina da UFMG e se tornou referência nacional na doação voluntária de corpos para o ensino da Anatomia

Conheça nossa história →

Como se tornar um doador?

O processo é simples, seguro e realizado com o acompanhamento da nossa equipe.

01

Entrevista

Agende uma entrevista com o Coordenador do Projeto

02

Documentos

No dia da entrevista leve o documento de identidade

03

Termo de Doação

Esclareça suas dúvidas e assine o termo de doação

04

Deixe seu legado

Receba sua carteirinha, torne-se doador e oriente seus familiares para que, após o falecimento, informem o programa.

Um programa que transforma vidas

Desde 1999

contribuindo para a ciência e o ensino

+2000

doadores cadastrados

Perguntas frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre a doação de corpos para a ciência.

Qualquer pessoa maior de 18 anos que tenha intenção de doar. Menores de 18 anos podem se tornar doadores se a família consentir. A doação após a morte, em qualquer caso, só será efetivada com o consentimento da família.

Sim. O cadastro prévio é uma condição necessária para que a doação do corpo possa ser realizada pelo Programa Vida após a Vida. Sem cadastro, não é possível aceitar o corpo após o falecimento.

Não, as leis brasileiras proíbem que haja pagamento por corpos humanos ou órgãos internos.

Não existem custos adicionais. A família realiza o velório normalmente, se assim desejar, sendo responsável por seu custo. A família é responsável por contatar a Faculdade de Medicina quando ocorrer o óbito. A partir deste momento, a faculdade de medicina se responsabiliza pelos gastos.

Sim, a doação de órgãos para transplante não impede a posterior doação do corpo. Entretanto, cada caso deve ser avaliado individualmente.

A doação do corpo para o ensino e para a pesquisa é uma decisão pessoal que deve ser bem examinada e discutida com a família. A decisão deve ser feita pelo doador, mas a família deve estar de acordo e autorizar a doação após a morte. A identificação dos doadores e todas as informações fornecidas permanecem estritamente confidenciais e serão armazenadas em um banco de dados da Faculdade de Medicina da UFMG. É necessário preencher o “Termo de Doação”, que deve ser assinado pelo doador e por duas testemunhas.

Sim. Assinar o termo de doação não impede a desistência da doação, que pode ocorrer a qualquer momento.

Os corpos doados à Faculdade de Medicina da UFMG são utilizados em aulas práticas de anatomia médica, em estudos científicos de Anatomia Humana e em cursos de treinamentos anatômicos e médico-cirúrgicos, não sendo possível, ao doador, escolher algum outro uso.

Sim, não há nenhum impedimento para a doação de corpo após a morte. Estudos já demonstraram que após a formolização os agentes infecciosos, incluindo o vírus da AIDS e os vírus das hepatites, perdem sua ação infecciosa.

Sim, os corpos são doados para a Faculdade de Medicina da UFMG, podendo, em raras exceções, ser destinados ao Instituto de Ciências Biológicas da UFMG após uso prévio nas aulas de anatomia para o curso de Medicina e Tecnologia em Radiologia.

Não, basta agendar uma entrevista pelo telefone de contato e, ao fim da entrevista, assinar o Termo de Doação. Lembrando que a família deve ser comunicada, pois um familiar terá que assinar o Termo de Cessão quando do falecimento do doador. Os trâmites relacionados à Certidão de Óbito e o transporte do corpo até a faculdade são arcados pela Faculdade de Medicina, onde um funcionário fica à disposição para auxiliar a família durante todo esse processo.

Não, mas todos os corpos doados são empregados para o ensino da anatomia médica, para pesquisas e para os treinamentos anatômicos e médico-cirúrgicos desenvolvidos na Faculdade de Medicina da UFMG.

Damos preferência para doadores de Belo Horizonte, Região Metropolitana e cidades de Minas Gerais. Caso o óbito ocorra em outro estado é possível entrarmos em contato com a universidade federal mais próxima para que a doação seja efetuada.

Não. Na doação de corpo, o corpo todo é doado à Faculdade de Medicina da UFMG e ele será mantido e preservado pela Instituição, e não outra pessoa. Caso deseje e seja possível doar órgãos, o serviço MG Transplante deve ser acionado quando do falecimento do doador.

Não. No Programa Vida Após a Vida não temos restrição de idade, peso ou altura para se tornar um doador de corpo.

Para agendar uma entrevista basta entrar em contato pelo telefone (31) 3409-9739 ou pelo e-mail vidaaposavidaufmg@gmail.com. Nesse primeiro momento são solicitados nome completo e CPF para que o agendamento seja efetivado.

Para a entrevista o interessado deverá levar um documento com foto e duas fotos 3×4. Não é necessário levar comprovante de residência ou qualquer outro documento.

Você já pensou em deixar
um legado para a ciência?

Tire suas dúvidas e converse com nossa equipe.

Entrevista

Em caso de falecimento